Sexta-feira, Abril 28, 2006

Gerenciamento de Processos de Software - Parte 1


Antigamente o desenvolvimento de software era considerado como uma arte de programar, porque cada desenvolvedor criava sistemas de forma diferente. Não haviam regras nem modelos a seguir e muito menos a documentação do mesmo.

Com a crescente demanda de computadores e conseqüentemente de grandes projetos de software por volta da década de 60 e início da década de 70, a arte de programar se tornou pesadelo com o fracasso de muitos projetos de software que agregaram em si o atraso do cronograma, custo mais caro do que o previsto, fraco desempenho e a inconfiabilidade.

Mas se por um lado os desenvolvedores tinham capacidade acima da média, então, o que realmente determinou o fracasso desses grandes projetos? A resposta está na abordagem de gerenciamento do projeto. Inicialmente, tentaram aplicar técnicas de outras engenharias como a engenharia civil por exemplo, porém, essas técnicas se mostraram ineficazes.

A ineficácia das técnicas de gerenciamento de projetos de outras engenharias sobre projetos de softwares se deve ao fato de que o produto trabalhado pela engenharia de software possui uma natureza diferente dos outros objetos trabalhados pelas outras engenharias como, por exemplo: uma ponte e um prédio que são concretos e tangíveis podendo ser facilmente visualizado e em contra-partida o software é intangível dificultando sua visualização e conseqüentemente a determinação de seu estado atual de progresso.

Outros fatores são os padrões que nas outras engenharias estão estabelecidas e são confiáveis, mas, na engenharia de software não há processos de software padrão e isso quer dizer que não se pode basear o desenvolvimento de novos softwares em outros já desenvolvidos porque poderão apresentar comportamentos ou resultados não desejados.

Mas, uma das características da natureza do software que intrinsecamente exige uma abordagem de gerência eficaz reside na sua dimensão, onde grandes projetos de software são, freqüentemente, projetos únicos. Isto quer dizer que, são tão personalizados ou tão específicos a um determinado propósito que não podem ser estabelecidos como modelos para outros projetos e até mesmo a experiência adquirida pelos desenvolvedores pode não ser aproveitada em outros projetos devido às rápidas inovações tecnológicas.

O lado bom de toda essa crise de fracassos é que foi reconhecida a necessidade da aplicação de um gerenciamento de projetos de software eficaz e isso constitui uma importante distinção entre desenvolvimento profissional e amador.

Projeto de Graduação - Parte 1

Observações sobre o sistema DiaBD

O projeto DiaDB consiste de um sistema que acessa banco de dados de terceiros e disponibiliza ferramentas para a geração de gráficos.

O acesso ao banco de dados se dará através de cadastros de dados sobre a conexão onde serão indicados as informações de nome de usuário, senha de usuário, tipo de banco de dados (MySQL/PostgreSQL), o drive e o endereço de conexão.

Após cadastrar os dados da conexão, basta realizar o login com nome de usuário e password além da escolha da conexão pré-cadastrada.
Com uma conexão bem sucedida, os dados estarão a disposição para o sistema DiaDB gerar gráficos.

O usuário do sistema deverá escolher um modelo de gráfico para que depois, de acordo com o modelo escolhido, seja definido o conjunto de dados a ser disposto no gráfico.

Definir o conjunto de dados é a parte mais delicada do sistema DiaDB. Devido a dificuldade para definir um conjunto de dados, esta ação poderia ser feita de duas maneiras, sendo uma delas simples e confortável e a outra de forma mais trabalhosa.

Inicialmente, ocorrerá a implementação apenas da segunda forma, a mais trabalhosa. A seguir, uma descrição das formas de definição de dados:

1ª forma:

Após uma conexão bem sucedida ao banco de dados, o sistema DiaDB irá listar a estrutura do banco de dados (tabelas, campos, etc.) em forma de árvores.
Para definir um conjunto de dados de acordo com o modelo de gráficos pré-escolhido, basta apenas que o usuário utilizando-se do mouse, arraste os campos da tabela para a área de seleção de dados.

É através desta área de seleção de dados que o sistema DiaDB carregará os dados para a plotagem de gráficos.

2ª forma:

Diferente da primeira forma, o usuário deverá ter conhecimento da linguagem de consulta SQL.
A definição do conjunto de dados será realizada por consulta SQL ao banco de dados.


Como já foi dito antes, inicialmente, apenas a 2ª forma será implementada e tomada como suficiente para considerar o sistema DiaBD completo.
Com o conjunto de dados definido, o usuário estará autorizando a geração de gráficos através do comando gerar gráficos.

O sistema apresentará o gráfico em uma tela com as opções de salvar gráfico ou descartar gráfico. Escolhendo a opção salvar gráfico, deverá também escolher o diretório e a opção de formato de arquivo (PNG/JPG).

Com a implementação de todos esses recursos básicos, o sistema DiaBD será considerado completo.Havendo prazo de entrega de projeto, pode-se facultativamente realizar a implementação de todos os outros recursos ao DiaBD como por exemplo a 1ª forma de definição do conjunto de dados.

Projeto de Graduação 1 - Parte 2

Observações sobre o sistema DiaBD

Segue abaixo, propostas de implementações de recursos que agregarão mais valores de utilidade ao sistema DiaBD:

1 – Implementação da árvore de estrutura do banco dados como auxílio à visualização do mesmo para a 2ª forma de definição do conjunto de dados.

2 – Realização de cálculos estatísticos sobre os conjuntos de dados definidos pelo usuário.
Cálculos:
Medidas de tendência central (medida aritmética; mediana e moda).

Medidas de variabilidade (variância e desvio padrão).

Etc.

Observações sobre a 1ª forma de definição do conjunto de dados:

Ø A 1ª forma não é considera de alta prioridade porque o sistema DiaBD tem o objetivo de fazer parte de um pacote de sistema maior, no qual, a sua função é prover recursos para a geração de gráficos.

Ø Desta forma, o próprio desenvolvedor do sistema maior pode incorporar o sistema DiaBD com facilidade e facilitando a utilização do sistema pelo usuário simplesmente salvando ou cadastrando os comandos de consultas SQL.

Ø Com as consultas SQL pré-cadastradas no DiaBD é quase que desnecessária a implementação da 1ª forma de definição do conjunto de dados, a não ser, para somente prover flexibilidade ao usuário final.


Ø Ainda assim, a 1ª forma é mais indicada para banco de dados que sofrem alterações de suas estrutura regularmente, o que não acontece com a maioria do banco de dados.

Quinta-feira, Novembro 10, 2005

Links: prevenção e detecção de intrusos

http://www.securenet.com.br/artigo.php?artigo=95 (ferramentas)

Quarta-feira, Junho 01, 2005

Links Interessantes

http://www.itweb.com.br [Notícias]
http://www.javaman.com.br [só java]


Informações diversas e programas:

http://www.txt.org/ [um dos melhores que eu conheço]

http://www.invasao.com.br [também é muito bom]

http://www.somanuais.i-ltda.net/manuais_office.html
ou http://www.freewebtown.com/somanuais [muitos tutoriais]
http://www.linuxclube.com.br/foca/index.php [diversas informações linux]

http://www.miarroba.com [host c/ php e mysql]

http://criarweb.com/index.php [manuais e recursos para desenvolvimento web]

Sábado, Abril 09, 2005

Redes Neurais

Links:
http://www.icmc.usp.br/~andre/research/neural/index.htm

http://www.inf.unisinos.br/~osorio/neural.html

Terça-feira, Março 29, 2005

Salas Virtuais (grátis)



Pessoal Salas Virtuais são salas de aulas acessíveis pela grande rede, a internet. Estas salas virtuais possibilitam a educação a distância e tenho uma boa indicação tanto para estudantes quanto para professores que desejam abrir uma destas salas e ministrar suas aulas para qualquer pessoa que tenha acesso a rede. Pois bem, é o portal do Universia Brasil.
Para acessar o site: http://www.universia.com.br/salasvirtuais/
Existe um manual de como usufluir deste recurso no site. Me adiantando ao que vc pode encontrar referente à organização de uma sala virtual:
. apresentação
. agenda de atividades
. lista de participantes
. mural virtual
. sala de bate-papo
. biblioteca de links
. central de documentos
. gerenciamento da sala
. pixelbot

Sábado, Março 19, 2005

Programa Teatro

UEG 2º ano de Sistemas de Informação!!!

Este é o link para ver o código do Teatro da aula de Estrutura de Dados, prestem atenção no cabeçelho do programa caso queiram compilar o código:

http://geocities.yahoo.com.br/douglasgoncazedecarvalho/

Antes de mais nada, há uma falha a ser corrigida, no entanto, não altera o correto funcionamento do programa e este defeito é a repetição de C1 em C2, então, na 2ª vez q/ pedir C1 considere-o como C2.
Outro ponto, é o fato de que esqueci de colocar a função de venda, havendo apenas a de iniciar, reservar, cancelar e mostrar abstracionalmente as poltronas do teatro. Portanto, alguém que não eu, irá implementar o que tá faltando, hahahahaha :-) .

Sexta-feira, Março 18, 2005

Célula Acadêmica

Abaixo vai um pouco de informação que vc pode encontrar no site da NetCell http://www.helix.com.br/microsoft/SuporteAcademico/netcells/

Uma Célula Acadêmica é um grupo de estudos, que pode ser formado por estudantes, professores ou profissionais do mercado, unidos pelo objetivo comum de evoluir, aprender e desenvolver suas carreiras através de uma forma econômica e eficaz.

Mais do que simples grupos de estudo, as Células Acadêmicas oferecem uma oportunidade única de aprendizado ou de reforço de conceitos e técnicas que são demandadas pelo mercado, que já reconhece as células e os profissionais que passam por essa experiência.

As Células Acadêmicas recebem todo o apoio da Microsoft, que fornece gratuitamente material de apoio aos estudos, como livros, CDs, apostilas e palestras.

Criado por um grupo de alunos e professores, com o apoio do gerente acadêmico da Microsoft do Brasil - Rogério Panigassi, o programa permite aos integrantes das células manter contato com as mais novas tecnologias e programas Microsoft, além de proporcionar um excelente “network” entre os mesmos.

Terça-feira, Março 15, 2005

Linearização de Matrizes

A respeito deste assunto, na web só encontrei um material neste link: http://www.inf.ufsc.br/~eduardoc/aula/ que por incrível que pareça é de um professor da Fesurv. E-mail dele é dudu@fesurv.br.